As vezes, fico procurando um motivo, uma razão pra continuar a caminhada, olho à minha volta e mesmo em meio a multidão me vejo sozinho...As vezes choro, as vezes tenho vontade de gritar, mas para que, para quem, se acho que ninguém presta atenção nos outros, somente neles próprios.
Procuro no deserto da solidão uma sombra para talvez morrer silenciosamente, quem sabe encontrar descanso nos braços da morte, mas chego a conclusão de que nem a morte seria capaz de acabar com esse vazio que penetra o meu ser.
Me angustio quando olho no meio da multidão e não consigo perceber, sentimentos de amizade, de acolhimento, minha alma chora por uma companhia, uma companhia que transcenda o conceito de interesses, de amizades baseadas em troca de favores.
Me entristeço por que sei que posso ser totalmente solitário no meio de uma multidão que caminha de encontro ao vazio, que corre atraz de vaidade e luxo, simplesmente pelo desejo de ter, de possuir , de ostentar. Sou igual a todo mundo, mas de certa forma essa solidão me deixa doente, me coloca em batalha com meus próprios princípios de existência.
Cortar os pulsos nunca foi solução para alguém inteligente, da um tiro na cabeça não acho que seja uma maneira muito apropriada de dar um ponto final na jornada. Talvez alguém diga que essas preocupações só aparecem na cabeça de alguém que nunca amou de verdade, pois aqui faço um protesto, somente quem já amou intensamente é capaz de sentir tão grande abismo dentro de sua alma...
Procuro no deserto da solidão uma sombra para talvez morrer silenciosamente, quem sabe encontrar descanso nos braços da morte, mas chego a conclusão de que nem a morte seria capaz de acabar com esse vazio que penetra o meu ser.

Me angustio quando olho no meio da multidão e não consigo perceber, sentimentos de amizade, de acolhimento, minha alma chora por uma companhia, uma companhia que transcenda o conceito de interesses, de amizades baseadas em troca de favores.
Me entristeço por que sei que posso ser totalmente solitário no meio de uma multidão que caminha de encontro ao vazio, que corre atraz de vaidade e luxo, simplesmente pelo desejo de ter, de possuir , de ostentar. Sou igual a todo mundo, mas de certa forma essa solidão me deixa doente, me coloca em batalha com meus próprios princípios de existência.
Cortar os pulsos nunca foi solução para alguém inteligente, da um tiro na cabeça não acho que seja uma maneira muito apropriada de dar um ponto final na jornada. Talvez alguém diga que essas preocupações só aparecem na cabeça de alguém que nunca amou de verdade, pois aqui faço um protesto, somente quem já amou intensamente é capaz de sentir tão grande abismo dentro de sua alma...


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