
Hoje me sinto assim uma luz em meio as trevas, sentir-se sozinho é incrível, doloroso e desconfortável, ver a multidão e ter a sensação que nunca esta indo pra o mesmo lado, que sempre está voltando quando ou outros estão indo.
Nunca esconde de mim mesmo o que sinto, pórem, pensar sobre isso é assustador, hoje sou pedra maltratada pelo vento, sou a sujeira que escorre dos telhados, sou a lama que gruda na roupa limpa, sou farrapo que abandonado se joga com imponencia pelo vento.
Muito mais que doer a ausencia de vida me transformar em um morto vivo, em um monte de resíduos químicos que tem vontade própria, que ama, sente, deseja, e acima de tudo se ira.
Sou capaz de viajar o mundo e encontrar o que me satisfaça, sou capaz de me congelar nos montes do Imalaia so para chamar atenção.
Sou tudo o que não quero ser.
Sou tudo o que posso ser.
Sou muito, do nada
Sou Antonio Clebio do Espirito Santo Barbosa.


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